Atendente do IML é preso por Pix feito com celular de morto
Um atendente do Instituto Médico Legal (IML) de Santos, no litoral de São Paulo, foi preso na manhã desta terça-feira (9), suspeito de utilizar o celular de uma pessoa morta para realizar uma transferência via Pix. O caso chamou a atenção das autoridades e gerou repercussão devido à gravidade da acusação envolvendo um servidor que atuava em uma unidade responsável pela custódia e identificação de vítimas.
De acordo com as investigações, Daniel Nathan Ribeiro Andrade, de 36 anos, teria acessado o aparelho celular da vítima após a morte e efetuado uma transferência bancária utilizando o sistema Pix. A quantia movimentada não foi divulgada pelas autoridades responsáveis pelo caso.
Após a operação financeira, o suspeito também teria danificado o celular utilizado na transação, em uma suposta tentativa de dificultar a obtenção de provas e impedir a rastreabilidade da ação. A conduta levantou suspeitas durante o andamento das investigações, que culminaram na prisão do atendente.
O episódio reforça a importância dos mecanismos de controle e fiscalização dentro de órgãos públicos, especialmente em setores que lidam com documentos, objetos pessoais e pertences de pessoas falecidas. As autoridades seguem apurando as circunstâncias do caso e analisando eventuais responsabilidades adicionais relacionadas ao ocorrido.
A investigação busca esclarecer todos os detalhes da suposta fraude, incluindo a origem da transferência, o destino dos valores e a eventual participação de outras pessoas. O caso permanece sob acompanhamento das autoridades competentes.

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