Mãe de policial morta pelo marido, também PM, afirma que filha já sofria agressões do homem
A tragédia envolvendo a policial militar Larissa Gomes da Silva, morta pelo marido e também agente da corporação, trouxe à tona relatos de violência doméstica que se estendiam há anos. Segundo a mãe da vítima, Fabíola Paiva, a filha já vinha sofrendo com agressões constantes há quatro anos, período em que manteve relacionamento com o policial Joaquim Filho.
O casal se conheceu durante o curso de formação da Polícia Militar, e desde o início, Joaquim já demonstrava comportamento agressivo. O episódio fatal ocorreu na última quarta-feira (3), no município de Eusébio, Ceará, e reacendeu o debate sobre a necessidade de políticas mais eficazes de prevenção à violência contra mulheres, inclusive dentro das instituições de segurança pública.
A denúncia da mãe reforça a importância de dar visibilidade a casos de feminicídio e de fortalecer mecanismos de proteção às vítimas. Especialistas apontam que a violência doméstica, quando ignorada, pode evoluir para situações extremas, como a que vitimou Larissa. O caso gera comoção e alerta para a urgência de medidas que garantam segurança e apoio às mulheres em relacionamentos abusivos.

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