Crise na Maternidade de Camaçari expõe atrasos salariais e falhas na gestão
Um clima de descaso e instabilidade tomou conta da Maternidade de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, onde funcionários têm denunciado atrasos salariais e a falta de pagamento a fornecedores. A situação envolve diretamente a Fundação Estatal Saúde da Família (FESF), entidade responsável pela gestão da unidade.
De acordo com relatos de trabalhadores, os atrasos vêm ocorrendo de forma recorrente, comprometendo não apenas a rotina dos profissionais, mas também o funcionamento da maternidade. A falta de repasses a fornecedores tem provocado risco de desabastecimento e afetado serviços essenciais, gerando preocupação entre equipes e pacientes.
Os colaboradores afirmam que a situação chegou a um ponto crítico, com profissionais enfrentando dificuldades pessoais devido à ausência de pagamento. Além disso, a instabilidade financeira da gestão tem impactado diretamente a qualidade do atendimento prestado à população, que depende da maternidade para serviços de urgência e assistência materno-infantil.
A crise reacende o debate sobre a necessidade de transparência, responsabilidade administrativa e regularização imediata dos repasses, para evitar que a unidade entre em colapso e comprometa ainda mais a saúde pública do município.

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